Monte Roraima – Makunaíma

Monte Roraima – Makunaíma

Mundo Perdido de Makunaíma

Por mais que se caminhe no topo do MONTE RORAIMA, duas coisas nos deixam inquietos: Que lugar é esse? Suas formas, seus sons, seus silêncios, suas névoas, suas energias, quantas pedras, quanta água, que imensidão é essa que parece ter parado no tempo? Quanto mais se anda, mais se tem para descobrir e, na verdade, ainda há muitos lugares no topo que sequer foram pisados pelo homem.

Essa montanha parece estar viva, desperta sensações adormecidas, eleva a alma ao SER SUPREMO que habita cada um de nós, fazendo repensar valores, rever nossa existencialidade, tornando cada pessoa mais frágil e forte ao mesmo tempo.

Este é o roteiro mais completo, com cinco noites no topo, com ida até o lado brasileiro, passando pelo Vale do Mundo Perdido, a caminho do Lago Gladys, um lugar extremamente enigmático e pouco visitado em relação aos demais, onde se pernoita duas vezes no Acampamento Coati.

A Grade6 é pioneira nessa área e vem desenvolvendo atividades ligadas ao montanhismo desde 1994.

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Dia 1 – Será o dia do briefing onde todos se conhecerão, recebendo as últimas orientações, e depois curtir o belo visual da BR 174 até a fronteira com a Venezuela, onde serão feitos os procedimentos de aduanas, para depois pernoitar em S. Elena de Uairén.

 

Dia 2 e 3 – A ansiedade toma conta de todos nestes dias, onde mergulha-se no cenário deslumbrante da Gran Sabana até chegar na Comunidade de Paraitepuy, e partindo dali, desfruta-se do trekking até os acampamentos às margens do rio Tek ou Kukenan para um pernoite em barraca, sob um céu estrelado. Ao amanhecer, o Monte Roraima surge à frente, convidando para mais um dia de trekking ao seu encontro. Pela tarde, todos estarão acomodados na Base, deslumbrados com a imponência do paredão. O acampamento na base é de prender a respiração, o paredão gigante não se traduz em palavras.

 

Dia 4 – O caminho da base até o topo é diferente de todos os demais. Um dos momentos mais bonitos do trekking, com paradas durante o trajeto para fotos, descanso, contemplação da paisagem, diversos jardins com bromélias, muitas orquídeas e pequenos pássaros. Passa-se por vários igarapés e sob a cachoeira no “Paso das Lágrimas”. Ao aproximar do topo, serão observados pelo Monumento de Makunaima, dando as boas-vindas aos visitantes. Na chegada no topo serão “recepcionados” pelos “Guardiões da Montanha”, três blocos imensos de pedras que tem o formato de “observadores”.

 

Dias 5,6,7,8 – Serão dias de imersão total no topo do Monte Roraima, com destaque para o Vale dos Cristais. Um local repleto de afloramentos em várias partes do trajeto. O vale por si só traz a sensação do Macro e do Micro, dos extremos, do surreal, do cósmico, do inexplicável. A energia desse lugar não se traduz em palavras, mas em suspiros, sons, silêncios, reflexões, observações caladas.

As noites no Acampamento Coati (lado brasileiro) são frias, mas o lugar é incrível. O Coati é um lugar enigmático, misterioso, encantador, localizado entre duas pedras enormes, onde há uma entrada como se fosse uma caverna. Tem uma espécie de hall onde dá vista para o céu. Há uma espécie de jardim de inverno: uma pequena lagoa no centro, rodeado de plantas variadas, um pequeno paraíso. É um lugar bom para quem gosta do silêncio e do isolamento. Aos que estiverem dispostos, poderão caminhar 500mt até o Paredão no lado brasileiro, onde avistarão a floresta do Parque Nacional do Monte Roraima na Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, onde vivem os índios Ingarikó, e logo adiante o Roraiminha (um tepuy menor).

O Lago Gladys é indescritível. Segundo os indígenas, ali se encontra um Portal para outra dimensão, literalmente. Verdade ou não, o fato é que há algo inexplicável ali. Aos céticos, religiosos, ateus, aventureiros, cientistas, biólogos, antropólogos, esotéricos, místicos e todos os que buscam nesta fascinante aventura o reencontro consigo mesmo ou com a origem da vida, esse local leva a todos a repensarem um bocado de coisas.

No caminho para a volta desta experiência, uma breve passada pelo Ponto Triplo, depois no El Foso. Um lugar que desperta a criança que há em cada um. Lá você entenderá a razão desta expressão.

E o deslumbramento será completado com as Piscinas Jacuzzis, além do Mirante La Ventana, onde é possível admirar a imponência do Monte Kukenan (Pai dos Ventos), com suas diversas quedas d’águas, ver o imenso vale de florestas que há entre os dois tepuys. As imagens são de tirar o fôlego, é uma verdadeira janela com vista aquele paraíso verde, momento apropriado para ficar quieto e deixar a brisa tocar a alma. E para finalizar, a ida a Pedra Maverick (ponto mais alto do Monte Roraima, com 2875mt), de onde se avista a vastidão da Gran Sabana (inclusive toda a trilha que foi feita para chegar à base).

 

Dia 9 e 10 – Serão dois dias de volta. Depois de tudo, a nostalgia e a saudade precoce percorrerão sua mente e sua pele, e cada olhar, em cada passo será um sincero “Adeus”, ou “até a próxima”, ou simplesmente: “gratidão por tudo” o que se viveu nestes dias.

Transfer out, do hotel para o aeroporto, conforme o horário do voo.

  • Transporte terrestre a partir de Boa Vista até a Comunidade Indígena Paraitepuy – ida e volta;
  • Hospedagem em Santa Elena de Uairén em apartamentos duplos – 01 diária;
  • Pensão completa a partir de Santa Elena de Uairén;
  • Equipamentos coletivos de camping: barracas, equipamentos de cozinha, panelário, pratos, copos e talheres;
  • Staff de logística;
  • Guia de trilha;
  • Kit primeiros socorros;

  • Bilhetes aéreos;
  • Seguro viagem e de resgate em áreas remotas;
  • Receptivo in/out;
  • Hospedagem e refeições em Boa Vista;
  • Equipamentos pessoais (saco de dormir, isolante térmico, colchonete inflável, mochila cargueira ou de ataque, barraca exclusiva);
  • Carregador pessoal.

Saída mensal.

Itinerário

Dia 1 – Será o dia do briefing onde todos se conhecerão, recebendo as últimas orientações, e depois curtir o belo visual da BR 174 até a fronteira com a Venezuela, onde serão feitos os procedimentos de aduanas, para depois pernoitar em S. Elena de Uairén.

 

Dia 2 e 3 – A ansiedade toma conta de todos nestes dias, onde mergulha-se no cenário deslumbrante da Gran Sabana até chegar na Comunidade de Paraitepuy, e partindo dali, desfruta-se do trekking até os acampamentos às margens do rio Tek ou Kukenan para um pernoite em barraca, sob um céu estrelado. Ao amanhecer, o Monte Roraima surge à frente, convidando para mais um dia de trekking ao seu encontro. Pela tarde, todos estarão acomodados na Base, deslumbrados com a imponência do paredão. O acampamento na base é de prender a respiração, o paredão gigante não se traduz em palavras.

 

Dia 4 – O caminho da base até o topo é diferente de todos os demais. Um dos momentos mais bonitos do trekking, com paradas durante o trajeto para fotos, descanso, contemplação da paisagem, diversos jardins com bromélias, muitas orquídeas e pequenos pássaros. Passa-se por vários igarapés e sob a cachoeira no “Paso das Lágrimas”. Ao aproximar do topo, serão observados pelo Monumento de Makunaima, dando as boas-vindas aos visitantes. Na chegada no topo serão “recepcionados” pelos “Guardiões da Montanha”, três blocos imensos de pedras que tem o formato de “observadores”.

 

Dias 5,6,7,8 – Serão dias de imersão total no topo do Monte Roraima, com destaque para o Vale dos Cristais. Um local repleto de afloramentos em várias partes do trajeto. O vale por si só traz a sensação do Macro e do Micro, dos extremos, do surreal, do cósmico, do inexplicável. A energia desse lugar não se traduz em palavras, mas em suspiros, sons, silêncios, reflexões, observações caladas.

As noites no Acampamento Coati (lado brasileiro) são frias, mas o lugar é incrível. O Coati é um lugar enigmático, misterioso, encantador, localizado entre duas pedras enormes, onde há uma entrada como se fosse uma caverna. Tem uma espécie de hall onde dá vista para o céu. Há uma espécie de jardim de inverno: uma pequena lagoa no centro, rodeado de plantas variadas, um pequeno paraíso. É um lugar bom para quem gosta do silêncio e do isolamento. Aos que estiverem dispostos, poderão caminhar 500mt até o Paredão no lado brasileiro, onde avistarão a floresta do Parque Nacional do Monte Roraima na Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, onde vivem os índios Ingarikó, e logo adiante o Roraiminha (um tepuy menor).

O Lago Gladys é indescritível. Segundo os indígenas, ali se encontra um Portal para outra dimensão, literalmente. Verdade ou não, o fato é que há algo inexplicável ali. Aos céticos, religiosos, ateus, aventureiros, cientistas, biólogos, antropólogos, esotéricos, místicos e todos os que buscam nesta fascinante aventura o reencontro consigo mesmo ou com a origem da vida, esse local leva a todos a repensarem um bocado de coisas.

No caminho para a volta desta experiência, uma breve passada pelo Ponto Triplo, depois no El Foso. Um lugar que desperta a criança que há em cada um. Lá você entenderá a razão desta expressão.

E o deslumbramento será completado com as Piscinas Jacuzzis, além do Mirante La Ventana, onde é possível admirar a imponência do Monte Kukenan (Pai dos Ventos), com suas diversas quedas d’águas, ver o imenso vale de florestas que há entre os dois tepuys. As imagens são de tirar o fôlego, é uma verdadeira janela com vista aquele paraíso verde, momento apropriado para ficar quieto e deixar a brisa tocar a alma. E para finalizar, a ida a Pedra Maverick (ponto mais alto do Monte Roraima, com 2875mt), de onde se avista a vastidão da Gran Sabana (inclusive toda a trilha que foi feita para chegar à base).

 

Dia 9 e 10 – Serão dois dias de volta. Depois de tudo, a nostalgia e a saudade precoce percorrerão sua mente e sua pele, e cada olhar, em cada passo será um sincero “Adeus”, ou “até a próxima”, ou simplesmente: “gratidão por tudo” o que se viveu nestes dias.

O pacote inclui

  • Transporte terrestre a partir de Boa Vista até a Comunidade Indígena Paraitepuy - ida e volta;
  • Hospedagem em Santa Elena de Uairén em apartamentos duplos – 01 diária;
  • Pensão completa a partir de Santa Elena de Uairén;
  • Equipamentos coletivos de camping: barracas, equipamentos de cozinha, panelário, pratos, copos e talheres;
  • Staff de logística;
  • Guia de trilha;
  • Kit primeiros socorros;

O pacote não inclui

  • Bilhetes aéreos;
  • Seguro viagem e de resgate em áreas remotas;
  • Receptivo in/out;
  • Hospedagem e refeições em Boa Vista;
  • Equipamentos pessoais (saco de dormir, isolante térmico, colchonete inflável, mochila cargueira ou de ataque, barraca exclusiva);
  • Carregador pessoal.

Próximas Datas

R$8.200 por pessoa

Classificação do Roteiro

Dificuldade Técnica: Pouca

Intensidade Física: Pesada

Altitude: Baixa